Ontem li no Globo pag 38 o artigo do Andre Lara Rezende em que ele diz não acreditar que seja possível, nos tempos atuais, expandir a economia, para superar a crise mundial, em função do esgotamento físico do planeta, que está superpopuloso.
" - Sabe-se hoje, que a partir do momento em que as necessidades básicas estão superadas, o aumento da renda e da disponibilidade de bens materiais tem muito pouca correlação com o bem estar. Muito mais do que o aumento do consumo material, o bem estar passa então a estar associado a coesão social, à qualidade da vida comunitária e a menor desigualdade. Pode-se com certeza ter aumento de bem estar sem crescimento do consumo material. Para isso, é preciso romper com o equívoco mais agressivamente promovido na modernidade: o de que para ser feliz é preciso consumir, ainda que coisas cada vez mais desnecessárias".
Não pude deixar de fazer a relação com o estudo que faço em conjunto com minhas amigas Espinosanas e nosso mestre prof Pablo Gawan...
A meu ver a necessidade de consumo desenfreado de bens supérfluos, que aponta o André Lara, baseia-se na inadequação das idéias que fazem com que os indivíduos consumam bens materiais num ilusório mecanismo de compensação para que se sintam aceitos, valorizados e pertencentes a grupos que gozam de prestígio e distinção.
Acredito que a raíz dessa questão não está somente fundamentada no orgulho e na vaidade fútil. Esses componentes superficiais, me dão uma idéia de um tempero de necessidades bem mais profundas com as quais, por ausência de idéias adequadas, não temos consciência, que é o sentimento de bem estar de que fala o economista.
Como seres relacionais, se nos tornamos uma ínfima minoria, em que bases vamos nos relacionar com os que não tem as mesmas possibilidades? Como vamos dirimir os inúmeros conflitos que ainda irão surgir dessas relações?
A questão do esgotamento do planeta, da superpopulação, muda a perspectiva do homem atual. Talvez cooperar seja o melhor investimento.....
Acredito que pela via da Ética, com o auxílio dos meios de comunicação e das redes sociais o homem pode reavaliar a grande questão dos valores equivocados que permearam o nosso inconsciente em priscas eras e que ainda teimam, por falta de esclarecimento, em permear.
Postado por Monica
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Cuidado de Si
“Mens sana in corpore sano” (do latim, “Mente sã, em corpo saudável”). Ou seja, a mente é mais saudável em um corpo saudável. Para se ter um equilíbrio mente/corpo, é preciso exercitar a mente e o corpo.
Para exercitar a mente, vá aprender algo novo. O cérebro é um músculo... Aceite desafios mentais. Vá fazer ‘abdominais cerebrais’ nesse músculo tão atrofiado e esquecido pela maioria...
Para exercitar o corpo, vá fazer exercícios físicos... Simples assim? Nem tanto...
Como convencer aquele amigo gordinho a parar de comer tanto, e fazer algum exercício físico? Afinal, ele chegou onde está, comendo e tendo uma vida sedentária!
Segundo Spinoza, o Desejo, que leva o homem aos excessos, não pode ser comandado pela Razão. A Razão, pode no máximo, negociar com o Desejo.
Nos nossos tempos de consumo desenfreado e oferta desmedida de comida, como negociar para achar esse equilíbrio tão desejado?
A negociação vai depender de cada um, pois segundo Spinoza, o homem se desenvolve na relação com o mundo. Como o homem é um ser relacional, você tem que descobrir dentro de você mesmo, as razões que te levam a comer... a não fazer exercício físico...
Perguntas que você pode responder intimamente:
- Sempre acho que pessoas magras só comem salada?
- Eu como muito pois a vida é curta, e quero aproveitar enquanto estou viva!
- Acho feio quando vejo uma pessoa magra, e sempre acho um defeito nela?
- Sempre me ridicularizavam quando fazia exercícios físicos de maneira desajeitada?
- Não faço exercícios físicos, pois sempre ouvi dizer que mata?
Como você pode observar, a palavra ’sempre’ acaba gerando um padrão dentro de nós. Qual será o seu padrão? Por que você detesta exercícios físicos? Por que você come mais, quando a balança diz que você perdeu uns quilinhos?
1) Não faça regime. Apena mude a sua alimentação para sempre! Se informe do valor nutritivo dos alimentos, seja você mesmo o sujeito da transformação. Você está no comando, e dando as ordens (sempre negociando com o Desejo).
2) Nunca se pese. Quando as roupas ficarem frouxas, você vai saber que está na direção certa!
3) Não pense que está se privando de algo. Pense que você tem um objetivo maior, quer ficar mais leve, mais bonita, e sobretudo mais saudável!
4) Se você detesta exercícios físicos, não os faça. Vai movimentar seu corpo e se divertir andando, dançando, fazendo yoga, tai chi chuan, ou o que deixar você feliz. Mas movimente-se!
Afinal, ‘Mens sana in Corpore sano’ é cuidar de si.... E tem algo mais importante?
Postado por wildcat
Para exercitar a mente, vá aprender algo novo. O cérebro é um músculo... Aceite desafios mentais. Vá fazer ‘abdominais cerebrais’ nesse músculo tão atrofiado e esquecido pela maioria...
Para exercitar o corpo, vá fazer exercícios físicos... Simples assim? Nem tanto...
Como convencer aquele amigo gordinho a parar de comer tanto, e fazer algum exercício físico? Afinal, ele chegou onde está, comendo e tendo uma vida sedentária!
Segundo Spinoza, o Desejo, que leva o homem aos excessos, não pode ser comandado pela Razão. A Razão, pode no máximo, negociar com o Desejo.
Nos nossos tempos de consumo desenfreado e oferta desmedida de comida, como negociar para achar esse equilíbrio tão desejado?
A negociação vai depender de cada um, pois segundo Spinoza, o homem se desenvolve na relação com o mundo. Como o homem é um ser relacional, você tem que descobrir dentro de você mesmo, as razões que te levam a comer... a não fazer exercício físico...
Perguntas que você pode responder intimamente:
- Sempre acho que pessoas magras só comem salada?
- Eu como muito pois a vida é curta, e quero aproveitar enquanto estou viva!
- Acho feio quando vejo uma pessoa magra, e sempre acho um defeito nela?
- Sempre me ridicularizavam quando fazia exercícios físicos de maneira desajeitada?
- Não faço exercícios físicos, pois sempre ouvi dizer que mata?
Como você pode observar, a palavra ’sempre’ acaba gerando um padrão dentro de nós. Qual será o seu padrão? Por que você detesta exercícios físicos? Por que você come mais, quando a balança diz que você perdeu uns quilinhos?
1) Não faça regime. Apena mude a sua alimentação para sempre! Se informe do valor nutritivo dos alimentos, seja você mesmo o sujeito da transformação. Você está no comando, e dando as ordens (sempre negociando com o Desejo).
2) Nunca se pese. Quando as roupas ficarem frouxas, você vai saber que está na direção certa!
3) Não pense que está se privando de algo. Pense que você tem um objetivo maior, quer ficar mais leve, mais bonita, e sobretudo mais saudável!
4) Se você detesta exercícios físicos, não os faça. Vai movimentar seu corpo e se divertir andando, dançando, fazendo yoga, tai chi chuan, ou o que deixar você feliz. Mas movimente-se!
Afinal, ‘Mens sana in Corpore sano’ é cuidar de si.... E tem algo mais importante?
Postado por wildcat
Assinar:
Comentários (Atom)